Blog da E-Laser

Informações do mercado de Reciclagem de Cartuchos

Posts de Maio, 2008

Impacto Ambiental

Publicado por elaser em Maio 29, 2008

Impacto Ambiental

Quando falamos sobre o impacto ambiental causado pelo descarte de cartuchos de impressoras laser e jato de tinta, é difícil visualizar, pois logo nos remetemos à figura de apenas um cartucho, que nós próprios podemos estar eventualmente descartando. Para traçar um cenário claro sobre o real efeito na sociedade, quando milhares de cartuchos são descartados, descrevemos algumas estatísticas ambientais a respeito: 

  • Em 1998 mais de 184 milhões de cartuchos jato de tinta foram descartados nos Estados Unidos:
            – Colocados lado a lado estes percorreriam a distância de 16.000 quilômetros, o que daria para dar a volta ao mundo duas vezes.
            – Em termos de peso, isso equivale a 27.000 elefantes africanos, ou mais que a população do Wyomin e do Alasca juntas;
            – Isto representa o mesmo volume que enterrar 2 milhões de refrigeradores domésticos em lixões;
  • 57 gramas de óleo combustível são usados para cada cartucho jato de tinta produzido;
  • 85 gramas de óleo combustível são usados em cada cartucho de toner produzido;
  • De meio a 1 galão de óleo combustível é economizado em cada cartucho de toner laser retornado, considerando seu ciclo completo de produção;
  • Se nos próximos 7 anos todos os cartuchos jato de tinta e laser fossem retirados dos aterros e colocados lado a lado cobririam a distância da Terra até a Lua
  • São 38.000 toneladas de resíduos que deixam de ir anualmente para os aterros municipais dos EUA.

    Precisamos lembrar que, quando descartamos um cartucho de toner e/ou jato de tinta no meio ambiente, estamos gerando resíduos sólidos e líquidos potencialmente poluidores, com partes plásticas e metálicas, além de desperdiçar a energia necessária para fabricar novos componentes para substituir os descartados.

    O pó de toner é considerado não-tóxico e não-perigoso. No entrando, devido ao tamanho extremamente pequeno suas partículas, ele pode causar irritação no trato respiratório de pessoas expostas a larga quantidades e por longos períodos. Em geral, o material não é rotulado como causador de nenhum efeito ambiental adverso.

    Os países nórdicos do continente europeu, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia e Islândia, publicam desde 1989 um guia de princípios ecologicamente corretos para vários grupos de produtos, e possuem um capítulo dedicado exclusivamente aos cartuchos de toners. Todos os critérios estão baseados na norma ISO 14.024 e provêem informações aos consumidores que os habilitam a selecionar quais os produtos que causam o menor dano ao meio ambiente. O capítulo 008/3.1 Toner Cartridges é revisado a cada 2 anos, e identifica os pó de toner como potencialmente cancerígeno, exatamente por causa da irritabilidade nas vias respiratórias, que pode vir a gerar câncer nos pulmões.

    Alguns pesquisadores estão trabalhando na aplicação do pó de toner em massa asfáticas, como formas de minimizar seu envio para aterros.

A Guerra dos Fabricantes X Recicladores

Por pressões da indústria de impressoras, a remanufatura de cartuchos de toner e recarga de cartuchos, eram vista no seu período inicial, como uma atividade sem importância e marginalizada pela sociedade.

     As indústrias difundiram vários mitos sobre a remanufatura/recarga, sendo que, em alguns países, foram judicialmente obrigados a reconhecer que a difusão de informações maldosas era somente jogada de marketing, tais como:

1.        Que cartuchos reciclados estragavam as impressoras dos usuários;

2.        Que só usavam remanufaturados os usuários que não possuíam condições econômicas de utilizar cartuchos novos;

3.        Que quem usa cartuchos remanufaturados perde automaticamente a garantia dada para toda a impressora.

    Temos que ter em mente, que um fabricante vende uma nova impressora para o mesmo usuário, a cada 3 ou 4 anos <personnamew:stonproductidem m←dia. No>em média. No caso de cartuchos, o usuário necessita repô-los quase que mensalmente, dependendo da extensão de seu trabalho. Isto representa uma fatia do mercado extremamente grande, e que os fabricantes não querem perder.

    Os novos projetos de impressoras laser chegaram a inserir chips nos cartuchos utilizando sistemas que os licenciavam para single use, impedindo eletronicamente que pudessem ser remanufaturados.

    A Lexmark Internationl Inc. teve contra si, em 1998, um processo de investigação movido pelo Federal Trade Comission (FTC), Serviço de Protenção ao Consumidor e Serviço de Competição dos EUA, por prática lesiva a concorrência em sua linha de impressoras e cartuchos de toner Optra 5, pela inserção de chips single use, numa clara infração as leis antitrustes dos EUA. O despacho, desfavorável ao fabricante, cita o desastroso impacto que isto traria ao robusto setor de cartuchos de toner reciclados, que em 1998 representava US$ 1 bilhão de vendas anuais só nos EUA.

    Recentemente a Hewlett Packard (HP) introduziu uma linha de impressoras Série Profissional <metricconverterw:stonproductid2000C>2000C, que inclui uma restrição single use only, que difere levemente da tática da Lexmark, porém também restringe a competição a partir de cartuchos remanufaturados: o remanufaturador precisa comprar da HP o cartão com o micro chip dedicado a cada recarga de cartucho, mantendo a dependência junto ao fabricante. O FTC continua fazendo investigações para coibir legalmente tais práticas.

    Mais recentemente, a Xerox mundial lançou um programa que fornece impressoras gratuitamente, sob determinadas condições, desde que o cliente mantenha fidelidade na hora da compra de suprimentos. Isto prova que o foco da empresa fabricantes está mudando, da simples venda de impressoras, para a venda de suprimentos desta cadeia produtiva.

O Mercado de Reciclagem de Cartucho

O Governo dos EUA, através de normativas do DOE (Departamento de Energia), recomenda entre os órgãos públicos o uso de cartuchos remanufaturados, como forma de economizar sem sacrificar a qualidade e o ambiente. Existem bolsas de mercadorias, com disponibilidade de marcas e modelos, que são atualizadas entre os órgãos públicos. O DOE também demonstra que a economia em cartuchos de toner está entre 10% e 40%, se comparados com cartuchos novos. Existem institutos e laboratórios independentes, como o Torrey Pires Research e o Buyer´s Laboratory, que verificam o desempenho qualitativo de cartuchos, rotulando o serviço de remanufatura com selos de qualidade, em testes onde a performance é igual ou até melhor que o cartucho OEM (Original Equipment Manufacturer). A que cabe lembrar uma peculiaridade: os cartuchos dos fabricantes não são feitos pelos fabricantes, e sim por empresas em regime de OEM, sujeitas a falhas e a teste de desempenho tais quais os remanufaturados.

    Dados revelam que este mercado de reciclagem economizou nos EUA, no ano de 1999, mais que 2 milhões de libras (907 toneladas) de plástico e metais oriundos de cartuchos que foram destinados a aterros.

    Comunidades como a Igreja Metodista da Broadway (EUA) montaram programas win-win-win (pró-educação, pró-economia e pró-ambiente) de coletas de cartuchos em lojas especializadas, que são revendidos aos remanufaturadores, e revertem como benefícios para os membros da própria comunidade.

    Na Europa já existem associações que regulam e qualificam a atividade de remanufatura: a Associação de Recicladores de Cartuchos do Reino Unido (UKRA) e a Federação Européia de Recicladores de Cartuchos e Suprimentos (ECRS) são exemplos disso. Elas possuem selos de qualificação para empresas que possuem estruturação técnica e física, para apresentar serviços iguais ou melhores que os dos fabricantes OEM. Como os controles de qualidade e a bateria de testes sobre os serviços dos remanufaturadores são maiores do que os usados para o fabricante OEM, na maioria das vezes, o índice de rejeição é menor do que os dos últimos. Devemos lembrar que os remanufaturadores estão trabalhando com cartuchos que, sabidamente, já foram para o mercado e, algum dia, já funcionou perfeitamente.

    A indústria de remanufatura de cartuchos de toner envolve 10.000 companhias e emprega 65.000 pessoas no mundo todo, gerando mais de US$ 160 milhões somente nos Estados Unidos. E é uma indústria que continua crescendo, graças a investimentos em novas tecnologias, a sua competência e a constantes campanhas de conscientização ecológica.

Saiba Mais…

Nos EUA são reciclados milhões de cartuchos de toner e jato de tinta por mês e no Brasil, esse número não chega a 500 mil.

    Recarga de toner podem significar uma economia de custo de até 70% em relação aos cartuchos novos.

    Em algumas caixas dos cartuchos laser HP novos, está escrito que estes são compostos por partes novas e usadas.

    Para se obter um certificado ISO, a prática de reciclagem é requerida.

O Que Você Pode Concluir?

 Ao comprar a sua impressora, não pensou nem foi informado o quanto custaria para abastecê-la de toner ou tinta.

    Que existe no Brasil uma forte tendência a não se adotar a prática da reciclagem devido a enorme pressão exercida pelos fabricantes de impressoras, que ganham mais na venda de cartuchos novos do que ganha na venda de impressoras.

    Que a impressão defeituosa ocorre com a mesma freqüência com cartuchos novos ou reciclados.

    Você compraria um carro para o qual o fabricante determinasse a marca do combustível a ser utilizado?

    Depois de tudo isto você não acha que vale a pena reciclar, com uma empresa que lhe dá garantia total e também uma completa assistência técnica?

 

 

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Cartucho Reciclado Rende R$ 80 Mihões ao BB

Publicado por elaser em Maio 16, 2008

O Banco do Brasil economizou em 2007 cerca de R$80 milhões com a reciclagem de cerca de 98 mil cartuchos de impressora. Segundo o banco, em oito anos, programa de reaproveitamento rendeu economias da ordem de R$ 360 milhões com este item.

O BB consome cerca de 90 mil cartuchos de impressoras a laser por ano. O banco tem um parque de 10 mi computadores e 34 mil impressoras.
Fonte: http://www.relatoriobancario.com.br/

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Reciclagem

Publicado por elaser em Maio 6, 2008

   

    A reciclagem é umas das alternativas para o tratamento do lixo urbano e contribui diretamente para a conservação do meio ambiente. Ela trata o lixo como matéria-prima que é reaproveitada para fazer novos produtos e traz benefícios para todos, como a diminuição da quantidade de lixo enviada para aterros sanitários, a diminuição da extração de recursos naturais, a melhoria da limpeza da cidade e o aumento da conscientização dos cidadãos a respeito do destino do lixo.

Existem diversas tecnologias disponíveis para a reciclagem das embalagens da Tetra Pak. A reciclagem das fibras e do plástico/alumínio que compõem a embalagem começa nas fábricas de papel, em um equipamento chamado “hidrapulper”, semelhante a um liquidificador gigante

        
 
 

Durante a agitação do material com água e sem produtos químicos, as fibras são hidratadas, separando-se das camadas de plástico/alumínio. Em seguida, essas fibras são lavadas e purificadas e podem ser usadas para a produção de papel utilizado na confecção de caixas de papelão, tubetes ou na produção de material gráfico, como os folhetos distribuídos pela Tetra Pak

O material composto de plástico/alumínio é destinado para fábricas de processamento de plásticos, onde é reciclado por meio de processos de secagem, trituração, extrusão e injeção. Ao final, esse material é usado para produzir peças plásticas como cabos de pá, vassouras, coletores e outros.

   
 

Outro processo de reciclagem permite que o plástico com alumínio seja triturado e prensado a quente, transformando-se em uma chapa semelhante ao compensado de madeira que pode ser usada na fabricação de divisórias, móveis, pequenas peças decorativas e telhas. Esses materiais têm grande aplicação na indústria de construção civil.

Outra tecnologia, esta nova e inédita, desenvolvida localmente no Brasil, trabalha com o processamento do composto de plástico/alumínio em um forno de plasma. O sistema aquece a mistura de plástico e alumínio a altíssimas temperaturas em uma atmosfera sem oxigênio (que preserva a qualidade do alumínio). Neste processo, o plástico se quebra em moléculas, transformando-se em parafina e o alumínio se funde, tornando-se matéria-prima pura novamente, que pode voltar a ser folha para uso em embalagens longa vida. Uma planta em escala industrial da tecnologia plasma iniciou a sua operação em junho de 2005 por meio de uma parceria da Tetra Pak, Klabin, Alcoa e TSL.

Fonte - TetraPak

 www.rotadareciclagem.com.br

E-Laser.com
www.e-laser.com.br

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Lançamentos Hp Laserjet Color

Publicado por elaser em Maio 6, 2008

Hp Lança a CP1215, a impressora laser color mais barata do mercado. Apostando na competição contra a Samsung CLP-300, a CP1215 imprime em cores mais rápido que sua rival e é só. Isso mesmo, a Samsung continua liderando em custo/benefício ao usuário, oferecendo 32mb de memória interna contra 16mb do modelo da Hp, 600dpi x 600dpi contra 2400dpi x 600dpi de resolução da Samsung. A Samsung Clp-300 também imprime mais rápido em preto do que sua rival CP1215. São 17ppm contra 12ppm da Hp. Ambas oferecem cartuchos starter com meia carga para uma média de 1.000 impressões.

 

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